Dicas para financiar um carro novo.

Para aquecer o mercado automobilístico as montadoras e financeiras estão cada vez mais flexibilizando as formas de pagamento para a compra de um automóvel. Seja ele um carro novo ou um usado, as prestações podem ser de até 80 meses, com ou sem entrada, o que importa é concretizar o negócio.

Dentro deste padrão de consumo, a modalidade de compra de carros mais utilizada pelos consumidores hoje é o CDC (Crédito Direto ao Consumidor). Este é aquele financiamento que se faz pelas lojas e concessionárias, com juros fixos ao mês, que ficam mais baixos quando aumenta o número de parcelas.

Nesta modalidade de financiamento o crédito é mais fácil e a autorização de empréstimo do valor para a compra do veículo acontece diretamente na loja, com mais agilidade, criando no cliente a sensação de poder de compra. Mas, tudo isso tem seu preço, não pensar e fazer os cálculos antes de entrar nas prestações, pode sair caro para o bolso do consumidor.

Como calcular um financiamento que cabe no bolso

A primeira decisão para calcular um financiamento é qual automóvel interessa. Existe diferentes condições de pagamento para os carros seminovos ou o zero quilômetro. As taxas de juros para carros novos são, em sua maioria, mais baixas. Mas com eles alguns custos são agregados, que acabam alterando o valor final do financiamento.

Taxas de juros

Uma dica importante para quem quer comprar um carro é pesquisar quais as taxas de juros estão sendo praticadas no mercado. Como o volume de carros usados à venda é cada vez maior, os financeiras estão diminuindo as taxas no mercado dos seminovos para atrair os clientes que não estão dispostos a encarar a desvalorização de um veículo zero quilômetro.

Prazos

Buscar um financiamento que cabe no bolso do consumidor não é exatamente aquele que as prestações se ajustam ao que se pode pagar. É importante ter em mente que quanto maior o prazo para pagamento mais caro o carro irá ficar caro no final. Os juros parecem ser atrativos porque são menores em parcelas de 60 meses, por exemplo, mas ao final, o valor inicial do carro quase dobra, assim muito dinheiro é perdido na negociação.

Poupar

Esta é a palavra de ordem quando se pensa em trocar um carro. Poupar o dinheiro para diminuir os custos efetivos com a compra do carro. Se não houver a possibilidade de pagar o veículo à vista, é uma grande vantagem dar uma boa entrada e financiar o restante do valor. Quanto menos foi necessário emprestar de bancos ou financiadoras, mais barato o carro vai ficar no final.

Dicas para não ficar no prejuízo ao comprar um carro

Qual meu investimento?

O ponto de partida para não acumular dívidas para trocar o carro é definir qual o valor que pode ser gasto com o veículo. Calcular o valor das parcelas que não vai prejudicar o orçamento mensal, que podem ser pagas sem o consumidor ficar no aperto no final do mês.

Novo ou seminovo

Dentro do valor que está disponível a gastar, buscar a melhor opção entre os novos e os usados. Definir se está disposto a pagar mais caro por um carro zero quilômetro, com menos opcionais. Ou ficar com um seminovo, mais completo, e muitas vezes mais barato.

Pagamento

Definir o valor a gastar com o carro de acordo com o que pode pagar na entrada. Diminuir o valor do carro para pagar à vista ou financiar apenas uma pequena parte do bem que está comprando, está é a dica mais eficiente para não ficar no prejuízo.

Custos

Lembre-se: comprar um carro não acaba no momento que você paga a parcela do financiamento. É preciso pensar no custo mensal para esse carro rodar pelas ruas. Combustível, seguro, manutenção, estacionamento e outros custos que podem ir surgindo no decorrer do percurso devem ser levados em consideração quando pensar na compra do carro novo.

Qual a melhor opção: à vista ou financiado

A melhor opção de compra sempre será à vista. Uma vez que assim o consumidor não pagará os juros para a financeira. Mas, nem sempre junto com o sonho do carro novo, vem a chance de compra-lo sem fazer dívidas. Então, se não for possível passar alguns meses economizando para sair da loja com o veículo quitado, prestar atenção nas condições do financiamento é de extrema importância.

À vista

Fugir de financiamentos é a melhor forma de não perder dinheiro ao comprar um carro, seja ele novo ou usado. Via de regra compras à vista tem um desconto que varia entre 4% e 10%, que pode ser muito lucrativo para o cliente. Isto porque, toda compra de um carro novo ou seminovo gera custos, no mínimo, com a documentação do veículo.

Mas vamos entender que nem sempre podemos ter o valor total do carro disponível no momento da compra. Pense sempre que fazer uma grande dívida e deixar o dinheiro no banco para pagá-la pode representar uma grande perda. Então, quanto mais alto o valor da entrada, menor as taxas de financiamento, mais baixo será o custo efetivo do carro.

Financiado

Neste tópico se enquadra a maior parcela dos compradores brasileiros. Sabe-se o quanto é difícil economizar todos os meses e guardar o dinheiro na poupança para comprar um automóvel. Então, para muitos, realizar o sonho de comprar um carro vem com a decisão de assumir uma grande dívida, que será parcelada em suaves prestações, já que o carro tem suas despesas fixas mensais, que devem ser levadas em consideração.

Definir o quanto quer gastar com um carro e o quanto pode pagar por mês é a primeira etapa desta compra. Depois da decisão é batalhar pelas concessionárias a melhor taxa de juros, e lembrando, buscar o menor número de parcelas é a melhor opção. Se possível, pagar o carro em 12 ou 24 meses seria a opção ideal, que as taxas de juros não deixariam o veículo tão caro no final, e assim, o comprador perde menos dinheiro na negociação.

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